573 Os inimigos incentivam para que se faça o que não deve dar certo.
Edison C. de Souza
Terça-feira, Outubro 21, 2008
574 Pessoas educadas e mal-educadas são opostas, mas a diferença entre elas está na combinação entre o meio familiar e religioso em que foram criadas; do lugar onde vivem; das companhias que andam e do comportamento que adotam.
Edison C. de Souza
Quarta-feira, Outubro 22, 2008
575 As pessoas ficam enxugando gelo, quando atacam os efeitos e não a causa do problema.
Edison C. de Souza
Quarta-feira, Outubro 22, 2008
576 Não acredite em quem diz ter uma boa situação financeira e econômica, quando anda mal vestido, não possui um bom carro e não tem uma boa casa.
Edison C. de Souza
Quinta-feira, Outubro 23, 2008
577 Quem faz Mal aos seus semelhantes contraí uma dívida, para ser pago em prestações, cujo valor será igual ao Bem que praticar.
Edison C. de Souza
Sexta-feira, Outubro 24, 2008
578 Um dos segredos da vida é o equilíbrio.
Edison C. de Souza
Sábado, Outubro 25, 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
sábado, 25 de outubro de 2008
PENSAMENTOS
568 A imaginação é um sonho, quando não se está dormindo.
Edison C. de Souza
Quinta-feira, Outubro 16, 2008
569 Quem está sempre presente nas horas difíceis têm que ser convidado para a festa.
Edison C. de Souza
Sexta-feira, Outubro 17, 2008
570 O original sempre terá mais valor que a imitação.
Edison C. de Souza
Sábado, Outubro 18, 2008
571 A sabedoria vem do Senhor, portanto a maneira correta de pensar e agir é seguir seus desígnios.
Edison C. de Souza
Segunda-feira, Outubro 20, 2008
572 A verdade quando ofende ou prejudica um inocente não precisa ser dita.
Edison C. de Souza
Terça-feira, Outubro 21, 2008
Edison C. de Souza
Quinta-feira, Outubro 16, 2008
569 Quem está sempre presente nas horas difíceis têm que ser convidado para a festa.
Edison C. de Souza
Sexta-feira, Outubro 17, 2008
570 O original sempre terá mais valor que a imitação.
Edison C. de Souza
Sábado, Outubro 18, 2008
571 A sabedoria vem do Senhor, portanto a maneira correta de pensar e agir é seguir seus desígnios.
Edison C. de Souza
Segunda-feira, Outubro 20, 2008
572 A verdade quando ofende ou prejudica um inocente não precisa ser dita.
Edison C. de Souza
Terça-feira, Outubro 21, 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
PENSAMENTOS
563 Pesquisas de opiniões não provam nada, mas demonstram a tendência relativa da extrapolação do universo de pessoas pesquisadas, quando escolhidas aleatoriamente, mas que podem não refletir a opinião da maioria absoluta.
Edison C. de Souza
Sexta-feira, Outubro 10, 2008
564 Há pessoas que criticam as outras, mas quando estão em situações idênticas, fazem as mesmas coisas.
Edison C. de Souza
Sábado, Outubro 11, 2008
565 Se os métodos são desumanos, a causa não justifica a luta pelo bem comum.
Edison C. de Souza
Segunda-feira, Outubro 13, 2008
566 O poder econômico e das armas não devem ser usados pelos candidatos, por ocasião das escolhas democráticas dos representantes do povo.
Edison C. de Souza
Terça-feira, Outubro 14, 2008
567 Quem se sente com o direito de criticar deve sentir-se no dever de sugerir ou apresentar a solução.
Edison C. de Souza
Quarta-feira, Outubro 15, 2008
Edison C. de Souza
Sexta-feira, Outubro 10, 2008
564 Há pessoas que criticam as outras, mas quando estão em situações idênticas, fazem as mesmas coisas.
Edison C. de Souza
Sábado, Outubro 11, 2008
565 Se os métodos são desumanos, a causa não justifica a luta pelo bem comum.
Edison C. de Souza
Segunda-feira, Outubro 13, 2008
566 O poder econômico e das armas não devem ser usados pelos candidatos, por ocasião das escolhas democráticas dos representantes do povo.
Edison C. de Souza
Terça-feira, Outubro 14, 2008
567 Quem se sente com o direito de criticar deve sentir-se no dever de sugerir ou apresentar a solução.
Edison C. de Souza
Quarta-feira, Outubro 15, 2008
domingo, 12 de outubro de 2008
REFLEXÕES
REFLEXÃO SOBRE A CRISE DE CONFIANÇA NOS MERCADOS FINANCEIROS E DE CAPITAIS MUNDIAIS.
Moral, ética e transparência são os pilares da confiança que sustentam o bom funcionamento dos mercados de capitais.
Nas bolsas de valores quem vacila perde para o especulador.
Na bolsa de valores do Brasil (BVMF) as ações das empresas não são mais representadas por cautelas em papéis físicos.
Com o advento da informática, as compras, vendas e transferências de ações são registradas eletronicamente.
O home broker, ou seja, a compra e venda de ações através das corretoras de valores, ligadas ou não a bancos, utilizando-se a Internet, facilitou o acesso dos cidadãos às bolsas de valores.
Cabe à CBLC – Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia o controle, cálculo dos direitos e obrigações relativos aos Proventos divulgados pelo emissor e emissão de extratos, com a posição de ativos registrados em nome do investidor, junto ao Agente de custódia que é a instituição responsável pela guarda destes ativos.
A aposta das pessoas na alta ou baixa dos preços das ações, ignorando os patrimônios líquidos das empresas, que garantem seu valor ou as expectativas de seus rendimentos futuros, passou a ser um jogo de azar.
Existem vários fatores que devem ser considerados na determinação do preço de uma ação, mas, basicamente, o patrimônio líquido dividido pelos tipos de ações emitidas, daria o valor inicial de cada uma delas. Agreguem-se a ele as previsões de dividendos e bonificações ou as estimativas de lucros ou prejuízos.
No preço das ações, também, devem ser considerados os prazos de retorno do capital investido (PL ou preço/lucro por ação), a liquidez do papel, dentre outros.
Os mercados futuro e de opções são jogos de palpites que merecem atenção especial, porque influenciam fortemente os preços das ações.
Teoricamente as bolsas de valores estariam imunes ao pânico dos investidores, nos casos de crise sistêmica nos Bancos, pois deveria oscilar com base nas leis do mercado, baseada na oferta e na procura. Ninguém poderá sacar suas ações para guardá-las em local seguro, porque são representadas por registros eletrônicos.
Em épocas de crise financeira mundial e de falta de confiança nos mercados, o bode expiatório é o dinheiro na forma de papel-moeda, pois as pessoas passam a vender suas ações, para transformá-las em dinheiro, sacando-os dos bancos para comprar moeda forte, para mantê-los sob sua guarda ou transferi-los para países que possam lhes dar 100% de garantia aos depósitos bancários, ou então investir em títulos do tesouro americano.
Alternativas, não financeiras, são a compra de ativos representados por imóveis, ouro, diamante etc.
Estas práticas e comportamentos das pessoas são imprevisíveis e levam à falta de liquidez do sistema e a todas as suas implicações.
A única maneira de acalmar as pessoas e tranqüilizar os mercados é os governos garantirem 100% dos depósitos bancários, em valores ilimitados, pois são eles os responsáveis pela legislação e fiscalização do cumprimento das normas do sistema financeiro.
Aos cidadãos cabe o papel passivo de confiar no governo e manter seu dinheiro depositado nas instituições, por ele autorizadas a funcionar.
Quando há fuga de capitais dos bancos, eles irão procurar lugares mais seguros para ficarem. Os países que não seguirem as mesmas regras dos outros, dando garantia ilimitadas aos depósitos bancários irão ter sérios problemas, pois as pessoas irão trocar as moedas de seus países por moeda forte, conseqüentemente aumentando o câmbio, para colocá-las nos países que lhes garantam 100% dos seus depósitos.
O sistema financeiro tem que funcionar como uma irmandade, uns ajudando os outros, supervisionados pelo Banco Central e não interessa a ninguém a quebra de nenhuma instituição financeira.
Qualquer desconfiança do mercado no sistema financeiro pode gerar uma crise sistêmica, afetando todos eles.
O mercado é complexo e não tem lógica, quando as pessoas agem com emoção, motivo pelo qual as previsões falham.
Por outro lado é difícil entender a lógica das pessoas, pois confiam seus investimentos em ações, apenas com registros eletrônicos nas corretoras, mas não confiam, em épocas de crise, nos bancos onde fazem seus depósitos e que não sejam garantidos pelo governo.
O egoísmo e a ganância levam o ser humano a pensar que é dono do mundo, quando não é, nem da própria vida.
O mundo está crescendo muito rapidamente, aumentando a necessidade, cada vez maior, de alimentos e insumos para a indústria.
Para movimentar a indústria e o comércio, as operações dos mercados de capitais tornaram-se mais complexas e interdependentes.
No sistema capitalista os mercados podem até se auto-regulamentarem, com base na oferta e procura, entretanto, para seu perfeito funcionamento é preciso que haja confiança entre os agentes e segurança nas operações.
Cabe aos governos darem esta segurança, para que haja confiança no mercado.
Uma das atribuições do governo, mais eficaz, não é sua capacidade de legislar, mas de fiscalizar, para evitar fraudes.
A contabilidade e balanço das empresas devem ser transparentes e demonstrarem a realidade dos atos e fatos administrativos.
Sem regras rigorosas de auditoria e fiscalização dos sistemas contábeis, os balanços e demonstrações financeiras das empresas não servem para nada, pois serão manipulados por elas, para esconderem ou mostrarem o que seja de seus interesses.
Como as empresas podem escolher livremente os auditores de suas contas, com certeza, não vencerá a que apresentar o menor preço, mas irão dar preferência às prestadoras de serviço que não lhes desfavoreçam, casos contrários irão substituí-las por outras.
Considerando que os auditores independentes ou empresas de auditoria concorrem entre si, em busca de clientes, poderão ser mais maleáveis aos interesses das empresas, podendo até serem manipulados, para conquistarem novos clientes e não perderem os antigos.
Neste ponto é que o governo deve ser rigoroso com as normas de auditoria e critérios de avaliação dos ativos, como também, com as escolhas dos auditores e, conforme o caso, direcionar a escolha.
A corrupção existe tanto nas empresas privadas, como no governo, portanto a regulamentação tem que ser para evitar a fraude.
A regulamentação dos mercados é um remédio que precisa ser bem dosado, para não virar um veneno.
A liberdade de mercados para operações lícitas é a sua melhor regulamentação, desde que não haja fraudes.
Onde há fraude não existe confiança e sem ela os mercados não funcionam.
Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2008.
Edison Carlos de Souza
Moral, ética e transparência são os pilares da confiança que sustentam o bom funcionamento dos mercados de capitais.
Nas bolsas de valores quem vacila perde para o especulador.
Na bolsa de valores do Brasil (BVMF) as ações das empresas não são mais representadas por cautelas em papéis físicos.
Com o advento da informática, as compras, vendas e transferências de ações são registradas eletronicamente.
O home broker, ou seja, a compra e venda de ações através das corretoras de valores, ligadas ou não a bancos, utilizando-se a Internet, facilitou o acesso dos cidadãos às bolsas de valores.
Cabe à CBLC – Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia o controle, cálculo dos direitos e obrigações relativos aos Proventos divulgados pelo emissor e emissão de extratos, com a posição de ativos registrados em nome do investidor, junto ao Agente de custódia que é a instituição responsável pela guarda destes ativos.
A aposta das pessoas na alta ou baixa dos preços das ações, ignorando os patrimônios líquidos das empresas, que garantem seu valor ou as expectativas de seus rendimentos futuros, passou a ser um jogo de azar.
Existem vários fatores que devem ser considerados na determinação do preço de uma ação, mas, basicamente, o patrimônio líquido dividido pelos tipos de ações emitidas, daria o valor inicial de cada uma delas. Agreguem-se a ele as previsões de dividendos e bonificações ou as estimativas de lucros ou prejuízos.
No preço das ações, também, devem ser considerados os prazos de retorno do capital investido (PL ou preço/lucro por ação), a liquidez do papel, dentre outros.
Os mercados futuro e de opções são jogos de palpites que merecem atenção especial, porque influenciam fortemente os preços das ações.
Teoricamente as bolsas de valores estariam imunes ao pânico dos investidores, nos casos de crise sistêmica nos Bancos, pois deveria oscilar com base nas leis do mercado, baseada na oferta e na procura. Ninguém poderá sacar suas ações para guardá-las em local seguro, porque são representadas por registros eletrônicos.
Em épocas de crise financeira mundial e de falta de confiança nos mercados, o bode expiatório é o dinheiro na forma de papel-moeda, pois as pessoas passam a vender suas ações, para transformá-las em dinheiro, sacando-os dos bancos para comprar moeda forte, para mantê-los sob sua guarda ou transferi-los para países que possam lhes dar 100% de garantia aos depósitos bancários, ou então investir em títulos do tesouro americano.
Alternativas, não financeiras, são a compra de ativos representados por imóveis, ouro, diamante etc.
Estas práticas e comportamentos das pessoas são imprevisíveis e levam à falta de liquidez do sistema e a todas as suas implicações.
A única maneira de acalmar as pessoas e tranqüilizar os mercados é os governos garantirem 100% dos depósitos bancários, em valores ilimitados, pois são eles os responsáveis pela legislação e fiscalização do cumprimento das normas do sistema financeiro.
Aos cidadãos cabe o papel passivo de confiar no governo e manter seu dinheiro depositado nas instituições, por ele autorizadas a funcionar.
Quando há fuga de capitais dos bancos, eles irão procurar lugares mais seguros para ficarem. Os países que não seguirem as mesmas regras dos outros, dando garantia ilimitadas aos depósitos bancários irão ter sérios problemas, pois as pessoas irão trocar as moedas de seus países por moeda forte, conseqüentemente aumentando o câmbio, para colocá-las nos países que lhes garantam 100% dos seus depósitos.
O sistema financeiro tem que funcionar como uma irmandade, uns ajudando os outros, supervisionados pelo Banco Central e não interessa a ninguém a quebra de nenhuma instituição financeira.
Qualquer desconfiança do mercado no sistema financeiro pode gerar uma crise sistêmica, afetando todos eles.
O mercado é complexo e não tem lógica, quando as pessoas agem com emoção, motivo pelo qual as previsões falham.
Por outro lado é difícil entender a lógica das pessoas, pois confiam seus investimentos em ações, apenas com registros eletrônicos nas corretoras, mas não confiam, em épocas de crise, nos bancos onde fazem seus depósitos e que não sejam garantidos pelo governo.
O egoísmo e a ganância levam o ser humano a pensar que é dono do mundo, quando não é, nem da própria vida.
O mundo está crescendo muito rapidamente, aumentando a necessidade, cada vez maior, de alimentos e insumos para a indústria.
Para movimentar a indústria e o comércio, as operações dos mercados de capitais tornaram-se mais complexas e interdependentes.
No sistema capitalista os mercados podem até se auto-regulamentarem, com base na oferta e procura, entretanto, para seu perfeito funcionamento é preciso que haja confiança entre os agentes e segurança nas operações.
Cabe aos governos darem esta segurança, para que haja confiança no mercado.
Uma das atribuições do governo, mais eficaz, não é sua capacidade de legislar, mas de fiscalizar, para evitar fraudes.
A contabilidade e balanço das empresas devem ser transparentes e demonstrarem a realidade dos atos e fatos administrativos.
Sem regras rigorosas de auditoria e fiscalização dos sistemas contábeis, os balanços e demonstrações financeiras das empresas não servem para nada, pois serão manipulados por elas, para esconderem ou mostrarem o que seja de seus interesses.
Como as empresas podem escolher livremente os auditores de suas contas, com certeza, não vencerá a que apresentar o menor preço, mas irão dar preferência às prestadoras de serviço que não lhes desfavoreçam, casos contrários irão substituí-las por outras.
Considerando que os auditores independentes ou empresas de auditoria concorrem entre si, em busca de clientes, poderão ser mais maleáveis aos interesses das empresas, podendo até serem manipulados, para conquistarem novos clientes e não perderem os antigos.
Neste ponto é que o governo deve ser rigoroso com as normas de auditoria e critérios de avaliação dos ativos, como também, com as escolhas dos auditores e, conforme o caso, direcionar a escolha.
A corrupção existe tanto nas empresas privadas, como no governo, portanto a regulamentação tem que ser para evitar a fraude.
A regulamentação dos mercados é um remédio que precisa ser bem dosado, para não virar um veneno.
A liberdade de mercados para operações lícitas é a sua melhor regulamentação, desde que não haja fraudes.
Onde há fraude não existe confiança e sem ela os mercados não funcionam.
Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2008.
Edison Carlos de Souza
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
PENSAMENTOS
559 A cobiça é um desejo difícil de ser alcançado. O ser humano cobiça tudo aquilo que não pode ter e quando pode ter tudo, menos deseja.
Edison C. de Souza
Segunda-feira, Outubro 06, 2008
560 Deus é a verdade absoluta e o amor infinito que mantém em equilíbrio todas as forças do Universo, para que a vida seja possível, conforme a sua vontade.
Edison C. de Souza
Terça-feira, Outubro 07, 2008
561 Penses no que vais fazer e prestes atenção no que estais fazendo, para não te acidentares.
Edison C. de Souza
Quarta-feira, Outubro 08, 2008
562 O limite da liberdade é a Lei.
Edison C. de Souza
Quinta-feira, Outubro 09, 2008
Edison C. de Souza
Segunda-feira, Outubro 06, 2008
560 Deus é a verdade absoluta e o amor infinito que mantém em equilíbrio todas as forças do Universo, para que a vida seja possível, conforme a sua vontade.
Edison C. de Souza
Terça-feira, Outubro 07, 2008
561 Penses no que vais fazer e prestes atenção no que estais fazendo, para não te acidentares.
Edison C. de Souza
Quarta-feira, Outubro 08, 2008
562 O limite da liberdade é a Lei.
Edison C. de Souza
Quinta-feira, Outubro 09, 2008
domingo, 5 de outubro de 2008
PENSAMENTOS
554 A convivência é o insumo que propicia a amizade.
Edison C. de Souza
Quarta-feira, Outubro 01, 2008
555 Quem suja e não limpa o local onde vive, não respeita onde vivem os outros.
Edison C. de Souza
Quinta-feira, Outubro 02, 2008
556 Deus é quem sabe qual a intenção das pessoas, quando elas não sugerem as soluções para suas críticas.
Edison C. de Souza
Sexta-feira, Outubro 03, 2008
557 A gozação é uma brincadeira que deve ser evitada, quando ofende alguém presente, pois a ofensa depende da importância que cada um dá ao motivo da brincadeira. Edison C. de Souza
Sexta-feira, Outubro 03, 2008
558 O local de oração é a casa de Deus e a indumentária faz parte do respeito ao ambiente agrado.
Edison C. de Souza
Sábado, Outubro 04, 2008
Edison C. de Souza
Quarta-feira, Outubro 01, 2008
555 Quem suja e não limpa o local onde vive, não respeita onde vivem os outros.
Edison C. de Souza
Quinta-feira, Outubro 02, 2008
556 Deus é quem sabe qual a intenção das pessoas, quando elas não sugerem as soluções para suas críticas.
Edison C. de Souza
Sexta-feira, Outubro 03, 2008
557 A gozação é uma brincadeira que deve ser evitada, quando ofende alguém presente, pois a ofensa depende da importância que cada um dá ao motivo da brincadeira. Edison C. de Souza
Sexta-feira, Outubro 03, 2008
558 O local de oração é a casa de Deus e a indumentária faz parte do respeito ao ambiente agrado.
Edison C. de Souza
Sábado, Outubro 04, 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
REFLEXÕES
REFLEXÃO SOBRE AS MUDANÇAS ECONÔMICAS E SOCIAIS DO MUNDO NO SÉCULO XXI
Como o nosso planeta está dividido em países, há uma preocupação patriótica dos cidadãos em querer defender a soberania de suas nações.
Ocorre que está preocupação diz respeito, principalmente, à sua ocupação territorial. Tanto isto é verdade que os países armam-se em tempos de paz, para ficarem preparados para a guerra, visando defenderem seus territórios.
Todos os países têm como meta seus crescimentos econômicos e sociais e para que isto ocorra, precisam de um mercado forte, tanto internamente, quanto externamente.
Para que consigam seus objetivos precisam incrementar suas vendas no mercado interno e externo, conseqüentemente, devem aumentar a produção de matérias-primas, alimentos, bens e serviços.
Quanto ao crescimento populacional, existem variações significativas entre os países, em função de aspectos econômicos, culturais e religiosos.
Observando-se a evolução do crescimento econômico e populacionais mundiais, conclui-se que eles não podem continuar ocorrendo infinitamente, pois é impossível um crescimento infinito num planeta finito.
Quanto à soberania das nações em relação ao capital, ela não existe, nem tampouco os cidadãos dão importância para ela, pois estão interessados no seu crescimento econômico e financeiro pessoal.
Empresários e pessoas físicas buscam lucro em qualquer parte do mundo, portanto, capital não tem pátria.
Os mercados financeiros e de capitais estão conectados mundialmente, e existem duas moedas de referências mundiais: o dólar e o euro.
O mundo mudou e os países não podem ficar a mercê dos Estados Unidos e sua moeda, nem tão pouco da União Européia.
Precisa-se criar uma moeda única mundial, pois a União Européia já demonstrou que isto é possível, quando criou o Euro.
A ONU, FMI e o Banco Mundial podem servir de base para a criação de um Sistema Financeiro Mundial, com uma única moeda, mesmo Tesouro e Banco Central.
Não necessariamente, esta moeda precisa ser em papel-moeda, pois, o atual sistema tecnológico permite o uso de uma moeda eletrônica, através da internet etc.
A recente crise financeira que ocorreu no mercado de hipotecas norte-americano desencadeou uma crise mundial nos mercados de capitais, atingindo a economia real. Tais títulos denominados de sub prime, onde os bancos financiavam casas sem preocupação com a renda dos tomadores, foram negociados, não só nos Estados Unidos, mas, também em outros países.
Quando os valores das prestações subiram junto com os saldos devedores dos financiamentos e as rendas caíram, as pessoas deixaram de pagá-las e os bancos foram obrigados a fazer as execuções judiciais para retomá-las. Com isto aumentou a oferta de imóveis e seus preços caíram, aliados a outros fatores, tais como: desaquecimento da economia, perda de renda, desemprego, contenção dos créditos, inflação etc. Como o valor do financiamento inicial é acrescido das despesas judiciais e o valor de mercado dos imóveis diminuiu, os bancos, quando os venderam, realizaram um prejuízo.
Observa-se que quanto mais caírem os preços dos imóveis, mais pessoas deixarão de pagar suas prestações, pois elas foram calculadas com base num financiamento, cujo valor do imóvel era maior.
Não se pode generalizar, pois existem outras situações específicas, que quando os valores de mercado das casas caem e seus mutuários podem pagá-las, isto não é relevante para eles, pois não pretendem vendê-las. Nestes casos o valor de uso é mais importante que o valor de troca e isto não afeta o mercado.
Por outro lado, os Bancos credores das hipotecas, tanto os financiadores originais, quanto os que compraram tais títulos no mercado financeiro, vêm o valor de seus ativos diminuírem, pela desvalorização destes papéis, conseqüentemente, diminuindo seus patrimônios líquidos e o valor de suas ações.
As diminuições dos Patrimônios Líquidos dos Bancos reduzem suas capacidades de emprestar, criando um colapso no sistema financeiro.
Uns dos grandes problemas dos sistemas financeiros e de capitais são os das avaliações verdadeiras das garantias reais.
O valor real de um Bem é quanto o mercado está disposto a pagar por ele, em função do que ele pode render.
Se os valores dos títulos de créditos tiverem garantias irreais, eles pouco ou nada valem, mas se tiverem segurado pelo seu valor de face, os investidores estarão garantidos se a seguradora honrar seus compromissos e não quebrar, a não ser que o governo dê a garantia do tesouro à seguradora ou a tais títulos.
No mercado financeiro e de capitais a confiança é o melhor seguro e garantia.
O dinheiro real não some do mercado, mas troca de mãos, o que some é o dinheiro falso ou irreal, que quando descobertos viram pó.
A "alavancagem" é um risco de mercado e quando mal calculada, torna-se uma irresponsabilidade, principalmente, quando os derivativos não valem nada.
Quando estes fatos ocorrem é quebrada a confiança nos mercados e, nestes casos, o governo precisa intervir, rapidamente, para restabelecê-la.
Qualquer anormalidade causa preocupação e precisa ser resolvido o mais rápido possível, para não causar pânico.
É melhor evitar o pânico do que tentar controlá-lo, porque pessoas em pânico são incontroláveis.
Rio de Janeiro, 03 de Outubro de 2008.
Edison Carlos de Souza.
Como o nosso planeta está dividido em países, há uma preocupação patriótica dos cidadãos em querer defender a soberania de suas nações.
Ocorre que está preocupação diz respeito, principalmente, à sua ocupação territorial. Tanto isto é verdade que os países armam-se em tempos de paz, para ficarem preparados para a guerra, visando defenderem seus territórios.
Todos os países têm como meta seus crescimentos econômicos e sociais e para que isto ocorra, precisam de um mercado forte, tanto internamente, quanto externamente.
Para que consigam seus objetivos precisam incrementar suas vendas no mercado interno e externo, conseqüentemente, devem aumentar a produção de matérias-primas, alimentos, bens e serviços.
Quanto ao crescimento populacional, existem variações significativas entre os países, em função de aspectos econômicos, culturais e religiosos.
Observando-se a evolução do crescimento econômico e populacionais mundiais, conclui-se que eles não podem continuar ocorrendo infinitamente, pois é impossível um crescimento infinito num planeta finito.
Quanto à soberania das nações em relação ao capital, ela não existe, nem tampouco os cidadãos dão importância para ela, pois estão interessados no seu crescimento econômico e financeiro pessoal.
Empresários e pessoas físicas buscam lucro em qualquer parte do mundo, portanto, capital não tem pátria.
Os mercados financeiros e de capitais estão conectados mundialmente, e existem duas moedas de referências mundiais: o dólar e o euro.
O mundo mudou e os países não podem ficar a mercê dos Estados Unidos e sua moeda, nem tão pouco da União Européia.
Precisa-se criar uma moeda única mundial, pois a União Européia já demonstrou que isto é possível, quando criou o Euro.
A ONU, FMI e o Banco Mundial podem servir de base para a criação de um Sistema Financeiro Mundial, com uma única moeda, mesmo Tesouro e Banco Central.
Não necessariamente, esta moeda precisa ser em papel-moeda, pois, o atual sistema tecnológico permite o uso de uma moeda eletrônica, através da internet etc.
A recente crise financeira que ocorreu no mercado de hipotecas norte-americano desencadeou uma crise mundial nos mercados de capitais, atingindo a economia real. Tais títulos denominados de sub prime, onde os bancos financiavam casas sem preocupação com a renda dos tomadores, foram negociados, não só nos Estados Unidos, mas, também em outros países.
Quando os valores das prestações subiram junto com os saldos devedores dos financiamentos e as rendas caíram, as pessoas deixaram de pagá-las e os bancos foram obrigados a fazer as execuções judiciais para retomá-las. Com isto aumentou a oferta de imóveis e seus preços caíram, aliados a outros fatores, tais como: desaquecimento da economia, perda de renda, desemprego, contenção dos créditos, inflação etc. Como o valor do financiamento inicial é acrescido das despesas judiciais e o valor de mercado dos imóveis diminuiu, os bancos, quando os venderam, realizaram um prejuízo.
Observa-se que quanto mais caírem os preços dos imóveis, mais pessoas deixarão de pagar suas prestações, pois elas foram calculadas com base num financiamento, cujo valor do imóvel era maior.
Não se pode generalizar, pois existem outras situações específicas, que quando os valores de mercado das casas caem e seus mutuários podem pagá-las, isto não é relevante para eles, pois não pretendem vendê-las. Nestes casos o valor de uso é mais importante que o valor de troca e isto não afeta o mercado.
Por outro lado, os Bancos credores das hipotecas, tanto os financiadores originais, quanto os que compraram tais títulos no mercado financeiro, vêm o valor de seus ativos diminuírem, pela desvalorização destes papéis, conseqüentemente, diminuindo seus patrimônios líquidos e o valor de suas ações.
As diminuições dos Patrimônios Líquidos dos Bancos reduzem suas capacidades de emprestar, criando um colapso no sistema financeiro.
Uns dos grandes problemas dos sistemas financeiros e de capitais são os das avaliações verdadeiras das garantias reais.
O valor real de um Bem é quanto o mercado está disposto a pagar por ele, em função do que ele pode render.
Se os valores dos títulos de créditos tiverem garantias irreais, eles pouco ou nada valem, mas se tiverem segurado pelo seu valor de face, os investidores estarão garantidos se a seguradora honrar seus compromissos e não quebrar, a não ser que o governo dê a garantia do tesouro à seguradora ou a tais títulos.
No mercado financeiro e de capitais a confiança é o melhor seguro e garantia.
O dinheiro real não some do mercado, mas troca de mãos, o que some é o dinheiro falso ou irreal, que quando descobertos viram pó.
A "alavancagem" é um risco de mercado e quando mal calculada, torna-se uma irresponsabilidade, principalmente, quando os derivativos não valem nada.
Quando estes fatos ocorrem é quebrada a confiança nos mercados e, nestes casos, o governo precisa intervir, rapidamente, para restabelecê-la.
Qualquer anormalidade causa preocupação e precisa ser resolvido o mais rápido possível, para não causar pânico.
É melhor evitar o pânico do que tentar controlá-lo, porque pessoas em pânico são incontroláveis.
Rio de Janeiro, 03 de Outubro de 2008.
Edison Carlos de Souza.
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