REFLEXÃO – SE O DINHEIRO FÍSICO TORNAR-SE ELETRÔNICO OU VIRTUAL IRÁ AJUDAR OU RESOLVER O PROBLEMA DA CORRUPÇÃO OU DA DESIGUALDADE SOCIAL?
Amar a Deus sobre todas as coisas é fundamental para o Homem.
Na minha REFLEXÃO – ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU, abordo o aspecto espiritual para os problemas materiais.
Se os seres humanos amassem uns aos outros, como Deus nos amou, não haveria nenhum tipo de crime e a espiritualidade iria sobrepor-se à vida material.
Não podemos esquecer que vivemos num mundo material cheio de problemas, alheios à nossa vontade, com grande número de crimes contra a vida, o patrimônio, o meio ambiente, carência educacional, falta de emprego, transporte, habitação, saúde, pobreza, fome, dentre outros. O governo vem fazendo a sua parte e a sociedade precisa participar das discussões e soluções que possam melhorar este estado de coisas.
A tendência natural para o futuro é que não haverá dinheiro na forma de papel-moeda. Mais cedo ou mais tarde isto vai acontecer.
Na minha REFLEXÃO – EXTINGUIR O DINHEIRO NA FORMA DE PAPEL-MOEDA É A MELHOR MANEIRA DE ACABAR COM A CORRUPÇÃO E OUTROS CRIMES, devemos pensar num projeto a ser amplamente discutido entre o governo e a sociedade, devendo ser implantado gradativamente, começando-se pelas pessoas de maior nível sócio-econômico e cultural.
Este assunto, também, foi abordado na minha REFLEXÃO
– COMO EVITAR E DIMINUIR A CRIMINALIDADE.
Quanto ao aspecto cultural e sócio-econômico, devemos levar em consideração que a concentração de renda no Brasil é quase a maior do planeta.
Aproximadamente, 1% de ricos, de uma população de 187.619.000 de habitantes, controla 54% da riqueza privada do país e 25% da classe média, outra boa parte.
A grande realidade é que estas pessoas possuem algum nível de instrução que lhes permite ter CPF, contas correntes, cartões de débito, de crédito, telefones celulares, sendo que a internet (Home Banks e Home Brokers) facilita-lhes pagar diversas obrigações, através de boletos bancários, contas de concessionárias de serviços públicos e de cartões de crédito, além de transferências entre contas correntes ou de investimentos, compra de ações, títulos do governo e outras operações financeiras, sem se locomover até o Banco e diminuindo o risco de assalto.
Acredito que a totalidade deste 1% e boa parte destes 25% da população, já aboliu o uso de cheques, utilizando-se dos chamados dinheiro de plástico (cartões de débito e de crédito).
Se o governo fizer uma reforma tributária, prevendo estes fatos, e legislar com este propósito, bastará fiscalizar este 1% e/ou estes 25%, para controlar quase toda a riqueza do país, podendo melhorar a distribuição de renda, acabando com a pobreza, investindo mais em educação, saúde, habitação, transporte etc., gerando mais emprego e diminuindo a desigualdade social, podendo, inclusive instituir o imposto único, evitando a burocracia, acabando com a sonegação fiscal e a corrupção, porque é quase impossível sonegar dinheiro eletrônico e ele é facilmente rastreável.
Edison C. de Souza
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