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terça-feira, 1 de maio de 2007

REFLEXÕES

REFLEXÃO SÔBRE MEIO AMBIENTE, POPULAÇÃO, CRESCIMENTO ECONÔMICO E GLOBALIZAÇÃO.


O meio ambiente é base de sustentação de tudo.
Em quanto cresce a população, aumenta a necessidade do consumo de insumos, da expansão das cidades, da agricultura e pecuária, do comércio e da indústria, de serviços e etc., iniciando-se o crescimento econômico.
O crescimento populacional está mal distribuído, concentrado nas grandes cidades e desequilibrado em relação ao desenvolvimento das nações, sendo que uma grande parte da população mundial é subdesenvolvida, passa fome e vive em condições precárias.
Pelo modelo econômico atual, para que essas regiões possam chegar ao nível das nações desenvolvidas, serão necessários grandes investimentos em infra-estrutura, educação, etc., sendo que o Planejamento familiar, dentro dos métodos aceitos em consenso pela sociedade e igreja, deveria ser obrigatório para a família que não ganha o suficiente para ter um filho.
Na medida em que esses investimentos crescerem, desordenadamente, afetará diretamente o meio ambiente, poluindo-o e degradando-o.
Nos últimos cinqüenta anos, a exploração de recursos naturais pelos países desenvolvidos e em desenvolvimento, utilizados na geração de energia, industrialmente e em minas de minérios etc., além de provocarem a contaminação do solo, dos rios e do ar, criaram atividades insalubres, trazendo inúmeros problemas de saúde.
Há que se medir a dimensão e o impacto do custo ecológico com o crescimento sem limites, uma vez que o crescimento está limitado ao espaço por ele ocupado, ou seja, ao tamanho do nosso planeta. Ao mesmo tempo, devem-se avaliar os danos que os produtos poluentes causam à natureza aumentando-lhes os impostos e substituindo-os por outros não poluentes e biodegradáveis, mediante incentivos fiscais.
As teorias de crescimento econômico que estabelecem que quanto mais um país cresça, mais precisa crescer, porque não havendo crescimento as corporações e os sistemas tributários e previdenciários irão à falência, precisam ser repensadas.
Os fundamentos econômicos passam a ser inconseqüentes, irracionais, e perversos com as futuras gerações, ao não equacionarem as diversas variáveis que se inter-relacionam com a alocação de recursos, distribuição da população e seu crescimento desorganizado, como também, com a exploração desordenada de florestas, de recursos naturais e da poluição atmosférica.
Não são compreensíveis, pais normais que desejam um futuro promissor para os seus filhos, usufruírem da exploração da natureza que pensam ter direito ilimitado, poluindo-a e deixando as coisas acontecer para ver como é que ficam, para, após o estrago causado ao meio ambiente, tentarem recuperar essa degradação, caso isso ainda seja possível.
Fala-se muito do mundo globalizado, mas está globalização está restrita a algumas áreas, principalmente, em relação à comunicação, transporte e meios de pagamento, mas na verdade há uma grande divisão de raça, língua, religião e países, com suas peculariedades e tradições, o que demonstra estar o planeta muito dividido.
Do ponto de vista de quem vê nosso planeta do espaço, com seu crescimento, irracional, predatório e desorganizado, e observando a imensidão do universo, conclui que a população da terra, mantendo o ritmo de crescimento atual, só poderá expandir-se para outros planetas ou extinguir-se por autodestruição.
Se a terra continuar habitável e/ou sua população expandir-se para outros mundos, as futuras gerações interplanetárias e alienígenas relacionar-se-ão de planeta para planeta.
Deste ponto de vista, cada planeta deverá ser totalmente globalizado, organizado, solidário e constituirá uma só nação, unida em torno de um só governo, visando à segurança e sobrevivência de todos os seus habitantes.
Ao imaginarmos isso, faz-nos refletir que devemos iniciar, imediatamente, as mudanças necessárias para reverter à situação aqui exposta, com Organização, Planejamento, Pesquisa, Educação e Solidariedade, para que no Brasil possamos atingir a tão sonhada Ordem e Progresso e colaborarmos para uma futura e integral globalização da Terra, visando aos objetivos aqui colimados.


Rio de Janeiro, 28 de abril de 2007.


Autor: Edison Carlos de Souza.

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