REFLEXÃO SÔBRE A DUALIDADE DA VIDA
No universo só Deus é uno. A vida do ser humano é cercada de uma dualidade a toda prova que só pode ser unida pela vontade absoluta de Deus, mas o ser humano deve procurar a sua verdade relativa, julgando-a inspirado na justiça divina e de acordo com o seu entendimento, conhecimento e grau de evolução.
Qual o sentido destas afirmações? Assim pensando, olharemos o mundo de uma forma que nos permita entender os acontecimentos dos dias atuais, nos países, nas cidades, nas ruas, nas famílias, dentro de nós.
O sentido de dualidade aqui expresso é mostrar que no universo criado por Deus, sempre encontraremos forças materiais, situações, ações, reações, estado de coisas etc., que são opostas umas as outras, mas necessárias à vida e a nossa evolução material e espiritual, devendo ser entendidas como uma realidade.
Como exemplo delas citaremos algumas: luz/trevas, dia/noite, céu/inferno, homem/mulher, corpo/alma, bem/mal, vida/morte, branco/preto, alto/baixo, feio/bonito, pobre/rico, verdade/mentira, rápido/lento, positivo/negativo, fraco/forte, visível/invisível, absoluto/relativo, todo/parte, futuro/passado etc.
Analisando essas colocações e interpretando-as de um modo pessoal, concluo que a dualidade torna a vida relativa, evidenciando que só Deus é absoluto, porém, na sua criação, Ele deu ao homem o livre arbítrio, assim, cada pessoa terá uma visão, de acordo com seu ponto de vista, sendo que a verdade absoluta é uma só, independente da maneira como é observada e da vontade de cada um, pois tudo é vontade de Deus.
Por que citamos alguns exemplos de dualidade? Para ficar evidenciado que embora opostas, há um equilíbrio entre elas, pois são iguais na vontade de Deus, dependendo das Leis por ele criadas, e sob as quais o homem tem que viver e aceitar, no seu processo evolutivo.
Como entenderemos o que está acontecendo nos dias atuais, pensando desta maneira? Deus criou o homem a sua imagem e semelhança e deu equilíbrio ao universo real, com suas leis eternas e infalíveis que se aplicam nas desigualdades das dualidades opostas, o que as torna real, tornando a nossa verdade relativa, porque o real é relativo, pois a semelhança é uma igualdade para qualquer condição, só possível na unidade de Deus, sendo que na vida real, tudo é relativo e nada absoluto.
O que está acontecendo nos dias de hoje é um grande desequilíbrio na força dual, causada pelo egoísmo de não se fazer nada por omissão ou inércia e pela má ação de querer-se tudo para si, sem pensar no próximo, o que provoca uma reação de sentido igual e contrário, como por exemplo: fartura/fome, ricos/miseráveis, coação/terrorismo, ostentação/assalto, maldade/assassinato, ultraje/guerra etc.
Na desigualdade da dualidade, há um equilíbrio intrínseco que deve ser mantido, por ser uma criação divina, mas que o homem vem quebrando continuamente, desajustando todo o sistema natural.
O livre arbítrio divino pressupõe liberdade de pensar, fazer, transformar, sentir, ver, ouvir e se locomover conforme suas leis, sendo que na natureza nada se cria, tudo se transforma.
O homem tornou a vida um jogo de perde e ganha com as dualidades de compra/venda e lucro/prejuízo, como premissas que o levaram a fazer sistemas sócio-econômicos injustos, nos quais uma pessoa ganha, quando a outra está perdendo.
Não cabe a nós, neste momento, criticarmos ou julgarmos nenhum sistema de governo ou, sócio-econômico existente neste planeta, mas alertarmos sobre suas imperfeições e conseqüências, mas, por analogia, fazer o homem pensar no que foi dito para aperfeiçoá-los.
Edison Carlos de Souza
No universo só Deus é uno. A vida do ser humano é cercada de uma dualidade a toda prova que só pode ser unida pela vontade absoluta de Deus, mas o ser humano deve procurar a sua verdade relativa, julgando-a inspirado na justiça divina e de acordo com o seu entendimento, conhecimento e grau de evolução.
Qual o sentido destas afirmações? Assim pensando, olharemos o mundo de uma forma que nos permita entender os acontecimentos dos dias atuais, nos países, nas cidades, nas ruas, nas famílias, dentro de nós.
O sentido de dualidade aqui expresso é mostrar que no universo criado por Deus, sempre encontraremos forças materiais, situações, ações, reações, estado de coisas etc., que são opostas umas as outras, mas necessárias à vida e a nossa evolução material e espiritual, devendo ser entendidas como uma realidade.
Como exemplo delas citaremos algumas: luz/trevas, dia/noite, céu/inferno, homem/mulher, corpo/alma, bem/mal, vida/morte, branco/preto, alto/baixo, feio/bonito, pobre/rico, verdade/mentira, rápido/lento, positivo/negativo, fraco/forte, visível/invisível, absoluto/relativo, todo/parte, futuro/passado etc.
Analisando essas colocações e interpretando-as de um modo pessoal, concluo que a dualidade torna a vida relativa, evidenciando que só Deus é absoluto, porém, na sua criação, Ele deu ao homem o livre arbítrio, assim, cada pessoa terá uma visão, de acordo com seu ponto de vista, sendo que a verdade absoluta é uma só, independente da maneira como é observada e da vontade de cada um, pois tudo é vontade de Deus.
Por que citamos alguns exemplos de dualidade? Para ficar evidenciado que embora opostas, há um equilíbrio entre elas, pois são iguais na vontade de Deus, dependendo das Leis por ele criadas, e sob as quais o homem tem que viver e aceitar, no seu processo evolutivo.
Como entenderemos o que está acontecendo nos dias atuais, pensando desta maneira? Deus criou o homem a sua imagem e semelhança e deu equilíbrio ao universo real, com suas leis eternas e infalíveis que se aplicam nas desigualdades das dualidades opostas, o que as torna real, tornando a nossa verdade relativa, porque o real é relativo, pois a semelhança é uma igualdade para qualquer condição, só possível na unidade de Deus, sendo que na vida real, tudo é relativo e nada absoluto.
O que está acontecendo nos dias de hoje é um grande desequilíbrio na força dual, causada pelo egoísmo de não se fazer nada por omissão ou inércia e pela má ação de querer-se tudo para si, sem pensar no próximo, o que provoca uma reação de sentido igual e contrário, como por exemplo: fartura/fome, ricos/miseráveis, coação/terrorismo, ostentação/assalto, maldade/assassinato, ultraje/guerra etc.
Na desigualdade da dualidade, há um equilíbrio intrínseco que deve ser mantido, por ser uma criação divina, mas que o homem vem quebrando continuamente, desajustando todo o sistema natural.
O livre arbítrio divino pressupõe liberdade de pensar, fazer, transformar, sentir, ver, ouvir e se locomover conforme suas leis, sendo que na natureza nada se cria, tudo se transforma.
O homem tornou a vida um jogo de perde e ganha com as dualidades de compra/venda e lucro/prejuízo, como premissas que o levaram a fazer sistemas sócio-econômicos injustos, nos quais uma pessoa ganha, quando a outra está perdendo.
Não cabe a nós, neste momento, criticarmos ou julgarmos nenhum sistema de governo ou, sócio-econômico existente neste planeta, mas alertarmos sobre suas imperfeições e conseqüências, mas, por analogia, fazer o homem pensar no que foi dito para aperfeiçoá-los.
Edison Carlos de Souza

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